Home Foros Coloquio 3 – Jueves 24 – Sesión de tarde A indústria do gás regioes interiors

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  • #1307 Responder
    JesusRamonHernaniJesús Ramón Hernani del Castillo
    Invitado

    Mi excusa por no conocer la lengua portuguesa.
    Se ha dicho que un escaso número de consumidores particulares era una situación de riesgo financiero para la empresa. Depender en demasía de la facturación del alumbrado público – insolvencia y déficit crónico de los ayuntamientos – era un riesgo. Tenemos una idea de cuál debería ser el ratio entre consumo privado particular y consumo público para asegurar la supervivencia de empresa? Imagino que el ratio variará con el tiempo.
    Obrigado

    #1309 Responder
    JesusMirasJesusMirasAraujo
    Invitado

    En la ponencia de Ana se muestra la cronología de instalación en las ciudades portuguesas.
    El retraso comparado con España no es excesivo, es decir, nos encontramos en una secuencia cronológica parecida. Pero, en cambio, hay un gran salto hasta los años 1880s.
    ¿Por qué ocurre esto? Ana, hablas de la bicefalia de la estructura urbana, y es cierto. Pero, curiosamente, los umbrales demográficos son más bajos en Portugal que en Andalucía.

    #1310 Responder
    JesusMirasJesusMirasAraujo
    Invitado

    Otra observación interesante del modelo portugués reside en la fuerte presencia del capital británico (frente al francés en Andalucía).
    Entiendo que tiene que ver con la histórica presencia de Gran Bretaña en los negocios portugueses más importantes. Pero resulta llamativo que hay negocios con presencia de capital británico en Andalucía (vino), pero en cambio no se consolidó en el siglo XIX en el gas.
    Dado que ambos territorios se hallan cerca, sería interesante por qué ocurrió esto, por qué el capital británico no acudió a Andalucía. Creo que tiene que ver con el mayor umbral de demanda.

    #1318 Responder
    AnaCardosoAnaCardoso
    Moderador

    Resposta para Jesús Ramón Hernani del Castillo
    A população da cidade de Évora não aderiu à iluminação privada a gás. Assim, a Companhia apenas tinha o retorno do pagamento da iluminação pública e como a cidade não era muito grande esse valor não era muito elevado e não compensava o investimento na construção da fábrica e rede de canalizações dde distribuição de gás.
    No entanto, não tenho conheço qual era o ratio que consideravam como ideal para que o investimento fosse rentável

    #1324 Responder
    AnaCardosoAnaCardoso
    Moderador

    Resposta para Jesus Miras Araújo
    Por enquanto não posso dar uma resposta exacta apenas levantar hipóteses. Penso que uma vez que as cidades de maior numero de habitantes já tinham introduzido o gás as outras só numa segunda fase puderam avançar para a iluminação, mas acho que será preciso analisar o contexto económico do país e a evolução dos preços do gás entre outros factores.
    Por outro lado é preciso ter em conta que na década de 1880 as expectativas face à iluminação a electricidade já eram muito grandes e, por isso, muitas Câmaras Municipais, quando estabelecem os contractos já estipulam uma clausula da introdução da electricidade

    #1330 Responder
    AnaCardosoAnaCardoso
    Moderador

    Resposta para Jesus Miras Araújo
    É verdade que nos quadros que mostrei surgem empresas inglesas interessadas nas concessões, mas não podemos esquecer que o capital francês e belga é muito importante em cidades como Lisboa e Porto em que os investimentos têm uma maior dimensão. Veja-se o caso da participação da SOFINA nas Companhias Reunidas de Gás e Electricidade a partir de 1913 só para dar um exemplo.
    No Porto também a intervenção das industrias francesas e belgas por intermédio da CRGE. A empresa que está ligada ao capital inglês é a Companhia Geral de Iluminação a Gás, mas em Évora o investimento não foi compensador e Companhia acabou por vender o negocio do gás. Será preciso conhecer o que aconteceu nas outras cidades em que está Companhia concorreu às concessões, mas por enquanto ainda não se sabe

    #1333 Responder
    JesusMirasJesusMirasAraujo
    Invitado

    Comprendido Ana. Al final, las concreciones reales correspondieron más a franceses que a inglesas. Las diferencias, por tanto, no son tan grandes.

    #1346 Responder

    Jesús Ramón Hernani: hay autores que señalan un 25 por 100 como tope del negocio del alumbrado público respecto al total urbsno, pero esto depende de muchos factores. Entre ellos destacan los costes medios del gas suministrado, gravámenes y, en particular, los precios del alumbrado privado y la renta media de los habitantes de la ciudad. Ciudades con un elevado grado de desigualdad eran también pésimos demandantes de gas.

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